Archive for February, 2011

festa de sexta

February 27, 2011

Olá fofinhos e fofinhas do meu coracao!

Estou aqui hoje para falar de rhyqueza, isso mesmo, aquilo que nenhum de voces conhecem! rhyqueza, momentos de lorde, tomar champanha adoidado, trombar com as socialites mais phynas da city, e nao to nem falando da mae do caio! To falando de dançar ao lado da Donata Meirelles, esbarrar e quase derrubar o Paulo Ricardo, ignorar a existencia do Bruno Chateaubrian e do namorado cara de cu dele, enfim! Estou falando do baile de gala da Voge, que foi Rhyco, Phyno, Elegante e Sincero!

tirei fotos mas como eu tava muito bebado eu nao consegui acertar a mao, entao ai vai um video rhyco da feshta (que nao foi feito por mim porque no momento eu tava provavelmente dançando macarena até o chao e recebendo olhar de desaprovacao do frederico.)

Fofo né!

 

BeijosVOGUENSES, Lucas!

nostalgic dreams

February 26, 2011

é muito bom ouvir músicas que você costumava gostar, entrar em sites que costumava entrar e ver que seus 16 anos de idade ainda vivem intensamente dentro do coraçãozinho. To morrendo de saudades das minhas imaturidades, romances fracassados e utopias.

E para celebrar isso nessa sexta-feira resolvi ficar em casa ouvindo música no meu quarto, que nem quando não podia sair porque não tinha arrumado o RG falso, hahahaha.

AAAAAAAAHHH, cadê a minha time machine. Deixo um clipe que é muito a cara da nostalgia, dá um aperto.

bj sami

Transitions (não as lentes do óculos…)

February 25, 2011

Toc, toc. Quem é? O ADULTISMO.

Não se trata de angariar mais responsabilidades. Elas sempre existiram, desde os cinco anos. Crianças possuem responsabilidades e, todas elas, alinhadas com a maturidade a que podem adimpli-lás. Todas as responsabilidades são proporcionais, e a agonia de um pré-adolescente frente à prova de Química Orgânica é a exata mesma agonia de um chefe executivo durante a crise econômica.

Virar adulto não implica em responsabilidades mais severas. Já diria meu pai que o problema particular é sempre o maior problema do mundo. Não se pode comparar problemas. Você quer passar o Carnaval em Salvador, mas tem que trabalhar no feriado: é um problema. Uma criança sofre de inanição no Chifre da África: é um problema. Quem ganha? Quem pode se queixar e quem deve sofrer calado? Comparações são sempre estúpidas e raramente dão em lugar qualquer.

Vinte e poucos anos é uma fase complicada: quer-se ser adolescente a qualquer custo, experimentar a vivacidade de uma juventude que está no seu age. Paradoxalmente, é o momento de escolhas mais complicadas, mas definitivas, mais agonizantes. Trocar um trabalho pelo outro, diferir expectativas, desistir dos sonhos e pregar o pé no chão, seguir ou ficar, adentrar ao mundo ou ao mercado de trabalho, inconseqüência ou responsabilidade, intercâmbio ou estágio, prazer ou currículo, fazer por si ou ajudar os outros: escolher, decidir, seguir firme com a escolha.

Amigos  vaqueiros, não tenho conselhos a isso. Por natureza, sempre fui o mais indeciso possível. A mudança é estado inato do meu ser-natural. Meu maquinário não sabe decidir se quer rodar no sentido horário ou anti-horário. Ficar em cima do muro, porém, eu sei que não é uma opção. O máximo que podemos fazer é fechar os olhos e pular. Só que com os dedos cruzados, para dar sorte, e torcer pra um destino pacífico.

Sábado é dia de pool party na Karine com os mimosos. Desse compromisso, at least, eu tenho certeza de presença. Nesse, I GO!

 Beijos,

Caio

O Lucas é tão burro…

February 23, 2011

… que ficou se gabando, se gabando e se gabando da ryqueza do Baile de Carnaval da Vogue e esqueceu de assinar o post.

Então eu tô aqui pra fazer o favor de avisar aos leitores que o phyno, elegante e syncero que trabalha na Vogue, vive na ryqueza e vai no Baile é o Lucas, óquei?

Beigos,

Caio

Porque diabos a grama do vizinho parece sempre mais verde que a nossa.

February 23, 2011

Eu creio, com todas as forças das quais disponho, que a máxima acima foi lida com um assentir da cabeça e um pensamento breve, nebuloso, na forma de “é verdade…”.  Porque é verdade: a grama ao lado parece sempre mais bem cuidada e saudável do que o malfadado jardim particular.

 Não importa em qual momento da vida se encontre. Pego-me como parâmetro: eu, teoricamente, não poderia estar mais feliz: encontrei a harmonia perfeita entre vida profissional (que me rende bom dinheiro), vida artística (que, à primeira vista ,faço por paixão) e vida social (que é, no fim, o que me mantém vivo).

 Entretanto, hoje, ao caminhar em direção ao trabalho e reparar um moço de terno, com cara de sono, saindo de um prédio alto, provavelmente um trader do mercado financeiro que virou a noite fazendo operações, não pude evitar sentir um tico de inveja. Quis estar no lugar dele, ter feito operações a noite inteira, ganhado muito dinheiro e estar indo para casa às nove da manhã ganhar o meu descanso merecido e, quem sabe, poder assistir a Sessão da Tarde.

 De forma consciente, porém, também sei que ele me fitou e, em seu íntimo, também sentiu um pouco de inveja e quis estar em meus sapatos: ter tido uma boa noite de sono, entrar no escritório no horário normal, ganhar um pouco menos em troca de uma vida regular.

 Esse é o destino e a lei do mundo: querer o que está além. É isso, de forma cruel, o que também nos impulsiona. A força construtora e edificante do mundo moderno, não foram os desejos alcançados, mas sim as expectativas frustradas.

 Querer o que o outro tem é inerente â natureza humana, insatisfeita e insegura, quase incapaz de felicidade plena. O que distingue as pessoas que vivem bem com essa acepção é justamente a maturidade de lidar com essa diferença de expectativas e tratá-las de igual para igual, com caráter, de frente e não de costas.

 Ontem mesmo, ao conversar com uma amiga acerca de seus medos, eu deparei-me com meus próprios. Constatei que a ela dispunha um milhão de conselhos, todos racionais e corretos, mas que também se aplicavam aos meus problemas, que eu insistia em dramatizar. Não pode. Tem que virar adulto; adulto de verdade. Tem que saber superar os óbices.

 A grama do vizinho pode parecer mais verde. Entretanto, de forma aceitável, é bem possível que preferiramos a nossa grama marrom. Pode ser feia, mas é nossa e, acredite, é bem verde e vistosa para outro alguém.

Caio

eu preciso

February 23, 2011

de 5 ÓTIMOS motivos pra não largar tudo mês que vem em são paulo e comprar uma passagem parcelada pra Londres pra ficar uns meses.

Quem me ajuda com os motivos?

hate love sami

Rhyqueza amiguez

February 22, 2011

Não faz muito tempo, eu estava passando fome pelo cantos e invejando qualquer um que tivesse um empreguinho um pouco melhor, fazia vudu, congelava nome na geladeira, rezava para iemanjá, enfim, fazia de tudo para conseguir ficar por cima, ver todos sofrendo e eu rhyndo  na rhyqueza! Quem diria não é mesmo, quem diria que minha noite de cinderela ia chegar e seria justo essa semana no bailao da vogotica. É mnha gente pobre e leitora do blog, eu subi de nivel, fui pro next level e vou beber com as rhycan! Sexta feira vou com o sr. Fred no baile de carnaval da vogue, que vai ser lindo e alcoolico e voces terao acesso exclusivo por esse blog, para todos verem que nao é pra qualquer um!

Aguardeeeeeem rhycas!

Bebidinhaa de domingooooo

February 20, 2011

Estamoe aqui os amiguinhos minivaquences todos felizes reunidos tomando shots de vodka em pleno domingo porque somos lords rhycos e phynoooos

February 18, 2011

Vou deixar aqui a dica da semana, da semana não DO ANO, porque to apaixonada.

O album novo do Radiohead, chamado The King of Limbs, bora todo mundo baixar.

 

(Já ouvi 357 vezes)

 

bj sami

Poker Face.

February 17, 2011

Sabe o que eu percebi? Que o vaca não tem identidade, gente! O que é que a gente é? A que nos propomos? De onde viemos? Para onde estamos indo? POR QUÊ A GENTE NÃO CONSEGUE FAZER SUCESSO??????

Não somos um blog de moda, não somos um blog de fofocas, não somos um blog de cinema, não somos um blog bicha moderno, não somos porra nenhuma. Todos os dias eu acesso o vaca e entro em agonia de pensar o que diabos eu posso postar! Porque ser um blog de moda é fácil. Só fazer um post com uma fotinho de uma roupa descolada, dar uma comentada mal escrita e cheio de erros de português por cima e tá ótimo. Fazer fofoca também: eu entro no EGO, pego uma notícia e tento fazer meia dúzia de piadas em cima e, tcharam (!).

Mas a vaquinha é maior, minha gente! É maior que tudo isso! Mas é o quê? Não sei, não sei.

Amigos vaqueiros, ajudem! Sami, Pipi, Lucas, Rolaine (Arthur, vc ainda vive?). Como lidar com a crise de identidade?

Queijos,

Caio

(Não sabia que título pôr no post. Acho que isso ficou bem claro.)